Patrick Carman - As Terras de Elyon

Olá amigos^^//
Mais uma vez agradeço ao apoio de todos em solidariedade com o Kizzy e espero de todo coração que ele melhore e logo e que acima de tudo, justiça seja feita!
Pois bem, a dica de hoje é de uma série super gostosa de ler: As Terras de Elyon de Patrick Carman, que conta a história de Alexa Dadley numa aventura emocionante^^
Abaixo as sinopses dos livros para vcs conhecerem um pouco mais da história.

1 - As Montanhas Misteriosas


As Montanhas Misteriosas é o primeiro título da série As Terras de Elyon, uma trilogia fantástica que tem como personagem principal uma menina de doze anos. Alexa Dadley, a jovem protagonista, vive num reino circundado por altas muralhas construídas com o intuito de proteger o território e os seus habitantes dos ameaçadores perigos que poderiam existir para além delas. Neste volume, Alexa viaja com o pai para Bridewell, a cidade principal, e ficam instalados num velho casarão repleto de recantos secretos que despertam e aguçam a curiosidade da jovem, principalmente depois de encontrar a chave de uma porta secreta. Acompanhe-a na descoberta do mundo por trás da porta. Uma viagem mágica onde nada é o que parece...

2 - O Vale dos Espinhos
Iniciada com As Montanhas Misteriosas, a trilogia intitulada As Terras de Elyon prossegue agora com a publicação do segundo volume. Aventura, magia e mistério são os ingredientes de mais um episódio com Alexa e o seu grupo de amigos. Neste livro, os pequenos heróis irão enfrentar grandes perigos enquanto tentam derrubar o império de Abbadon, um ogro maléfico que se encontra preso no fundo de um grande fosso e que comanda um terrível batalhão de ogros e morcegos. Alexa tentará impor a paz nas terras de Elyon como os leitores poderão constatar através de um relato trepidante em ação e suspense. Patrick Carman fornece bastante informação para quem não leu o primeiro livro e só agora tem contato com este bestseller juvenil.


3 - A Décima Cidade

Depois de As Montanhas Misteriosas e O Vale dos Espinhos, chega o derradeiro volume da trilogia As Terras de Elyon. Nesta aventura, Alexa dirige-se com os amigos para uma missão arriscada, mas ninguém imagina os perigos que vão ter de enfrentar para salvar as Terras de Elyon do domínio do diabólico Victor Grindall e do seu líder Abaddon. Enquanto Alexa luta para que a vida como ela conhece não seja destruída, ela e os amigos são conduzidos a uma jogada final onde tudo será posto em causa. Grandes surpresas aguardam os nossos protagonistas e muitos segredos serão desvendados… O desfecho de uma aventura empolgante que surpreenderá o leitor até à última página.

Lesão corporal, não! Tentativa de assassinato.

Olá amigos, mais uma vez, eu divulgo aqui o caso do Kizzy Ysatis, um escritor que junto com a sua amiga passaram por maus lençóis na Casa Noturna Lôca. Liz ficou com marcas nos braços e Kizzy foi espancado quase até a morte!
Indignação total! Eu conheço o Kizzy e sei que ele jamais começaria com um ato de violência, ele é um poeta, um escritor, um cara de palavras, ele não precisa de força bruta para resolver os problemas.

O Kizzy, mesmo sentindo muita dor, não só no corpo, mas na alma (essa sim demora para cicatrizar) por toda essa violência e humilhação contou o caso o qual coloco abaixo, suas palavras deixadas em seu Orkut:


Palavras do Kizzy:

Amigos, com vocês não me sinto sozinho.

Como todos sabem, quase morri na manhã de ontem quando saia da casa noturna A Loca.

Resumo: não teve muita conversa. Berraram; eu berrei. Tacaram-me no canto, seguraram meus braços e o gerente e seguranças me espancaram brutalmente. Se a policia não chega, eu teria morrido e a Liz, talvez, teria sido estuprada porque o cara que a segurava a jogou no chão e estava com o corpo em cima dela. Eis a conspiração, alguns dos seguranças são policiais, todos se conheciam e a policia nos tratou com descaso e indiferença. Faltou rirem ou terminarem de matar.

Discutimos por causa da comanda, eles intimidam te deixando constrangido moralmente, gritando e falando alto, para a gente pagar o que for preciso para não passar vexame, mas como viram que eu não estava nem aí, desceram o cacete com uma covardia indizível. Tudo foi muito rápido e, imobilizado num canto escuro, fizeram a festa. Meus olhos foram as primeiras vítimas. Depois do vigésimo oitavo soco nos olhos, não via mais nada, mas ouvi o momento que os ossos da cabeça começaram a quebrar devido à insistência dos golpes. Socos, chutes e afins.

Os médicos não conseguiram entender e alguns não acreditaram que eu não tenha perdido a consciência; que não tenha desmaiado, mas como desmaiar ouvindo os gritos da sua amiga e não poder fazer nada para ajudá-la?

Os gritos da Liz me apavoravam (socorro! me soltem! não fiquem olhando, façam alguma coisa! vão matar meu amigo! pára! pelamordedeus, pára! vocês estão matando ele! vão matar meu amigo! me soltem! sai de cima de mim, paaarraa vocês estão matando ele! estão matando meu amigo etc), e, por mais que me esforçasse, não consegui me soltar. Ela gritava porque estava traumatizada com o que via acontecer a olhos vistos: violência de quem atacava, omissão de quem via. Vilania da hostess, uma travesti vesga que sorria, e que, depois de terminada a sessão tentativa de assassinato, abaixou o rosto cinicamente quando a encarei.Liz gritava tentando me salvar e certa da minha morte, e eu em desespero porque os gritos dela me atingiam a alma.Minha família toda em estado de choque.

Meus amigos e toda a cena estiveram unidos na denuncia.

Acabei de acordar, tive alta depois de 26 de internação para observação e exames: tomografias, raios-x, exames e exames. Resultado: fratura craniana, hematomas por todo o corpo, nenhum órgão se rompeu, a cabeça está rachada, mas a cuca ainda vive, o coração bate e chora, bate e chora.

A REVOLTA É MUITO GRANDE.

Mas depois que vi o barulho que fizeram (e isso só foi o começo), descobri o quanto não estou sozinho e que nossa massa é grande e não sou um, sou muitos. Somos muitos. E é isso que importa.Não suportei me olhar no espelho: vomitei e chorei. Minha face hoje estava beeem melhor mesmo ainda parecendo um monstro. As fotos que postei no Orkut não traduzem a monstruosidade inchada que eu estava no hospital.Estou sedado. Os médicos disseram que vai desinchar ainda mais. Já fiz o corpo de delito (corpo do Benito), as providências legais estão sendo tomadas.

Vamos divulgar nossa indignação, vamos lutar contra a violência gratuita: "Monstros reais andam normais".


A Loca é uma casa que apóia a violência, devia estar fechada!

A Secretaria de Segurança Publica comunicou que já comum por lá, providências já foram tomadas e muitas pessoas importantes começaram a se unir a respeito. O Jeito é não ir a esta casa e denunciar a violência sempre que acontecer, seja onde for e com quem for.

INDIGNAÇÃO TOTAL!

Olá amigos,

sempre que escrevo aqui é para dar uma dica de leitura, algo para fazer bem, divertir. Algo para estimular a leitura de vocês. Infelizmente hoje não vou falar de uma dica de leitura. Estou aqui para expressar a minha mais profunda indignação pelo que aconteceu com duas pessoas que admiro muito, uma delas, Kizzy Yzatis, eu já conheço há alguns anos e já bati bons papos com ele, inclusive já falei dele aqui no blog algumas vezes, a outra é a Liz Marins, filha do José Mojica Marins (conhecido por interpretar o personagem Zé do Caixão e ser um dos pioneiros do cinema nacional).


Fiquei completamente chocada ao saber que Kizzy e Liz foram agredidos pelos seguranças da casa noturna Lôca na madrugada do dia 4/09 e segundo a Liz, o Kizzy foi violentamente agredido por 4 seguranças de um só vez e a Liz foi imobilizada violentamente por mais um segurança.


Sabe o que é pior nisso tudo, ambos comemoravam o aniversário de Liz e nenhum deles é violento, muito pelo contrário, são pessoas educadíssimas e muito gentis. Quem já se viu ser agredido por pessoas que justamente tem a função de ajudar a evitar os problemas? Isso é o que dá essas casas noturnas saírem contratando pessoas sem qualquer preparação psicológica para lidar com o público.
Agora o Kizzy está hospitalizado e muito machucado! Seu rosto estava muito ferido, segundo a foto colocada no site o Globo, que não coloco aqui por respeito ao querido Kizzy, que não merece essa divulgação negativa de sua imagem.


Meus queridos amigos que lêem esse blog, um conselho: evitem ir a esses lugares assim, pois se essa covardia ocorreu com duas pessoas famosas do meio cultural, pode também ocorrer com vocês.
Infelizmente nesse mundo desvairado a gente nem pode mais curtir uma balada em paz! Se não corremos o risco de ser assaltados, corremos o risco de ser espancados!

Diante de tanta indignação eu peço aqui para todos os amigos que lêem este blog que não importa a sua crença, rezem pelo nosso amigo Kizzy para que ele melhore e não fique com seqüelas. Rezem para que ele e a Liz tenham justiça!




Abaixo transcrevo a matéria que saiu nos sites O Globo e Redevampyrica:


Nesta última madrugada do 4 de setembro Liz Marins (cineasta e atriz que interpreta a personagem Liz Vamp e é a fundadora do Dia dos Vampiros, uma importante campanha humanitária) e o escritor Kizzy Ysattis (autor de Clube dos Imortais entre outros livros) foram agredidos por seguranças do clube “Lôca” aqui em São Paulo - ao final da comemoração do aniversário da cineasta celebrado lá, junto a alguns amigos e amigas - quando a maior parte deles já não estavam mais presentes.
Foi um verdadeiro ato criminoso de brutalidade gratuita e que revela odespreparo de integrantes da equipe de segurança e de integrantes da própria gerência da casa - no trato com o seu público.Uma atrocidade sem tamanho, que desfigurou sevéramente a face de Kizzy e feriu corporalmente a cineasta Liz Marins.
O pai de Liz, José Mojica Marins (conhecido por interpretar o personagem Zé do Caixão e ser um dos pioneiros do cinema nacional) manifestou sua indignação com o ocorrido e alegou publicamente que a agressão lhe recordou os tempos da ditadura.Ele acredita que se tivesse estado presente no evento, tal fato triste não teria acontecido. (Recentemente ele foi passou por uma delicada cirurgia, e por ordens médicas não podia sair de casa)






O estado de saúde de Kizzy já encontra-se estabilizado e aparentemente fora de perigo - embora ainda precise aguardar a opinião de médicos especializados e a alta do hospital onde está internado desde a agressão.Segundo foi contado por Liz, ele ainda tem dificuldades para abrir um dos olhos e perdeu alguns dentes - e está muito ferido corporalmente.
“Atos de covardia como este que sofremos, precisam ser denunciados e punidos por lei - tanto por quem foi vítima da violência, como também por aqueles que testemunharam tamanha bárbarie.Hoje fomos nós, amanhã pode ser você.” conta a cineasta Liz Marins.
“Tamanha violência vai contra tudo aquilo que defendo publicamente.Todos os anos realizo o
Dia dos Vampiros que é uma campanha que além do incentivo a doação de sangue tem como bandeiras públicas o combate ao preconceito, incentivo a diversidade e a produção cultural alternativa.Na hora, mal podia acreditar, que eu e meu amigo havíamos sido atacados com tamanha violência naquele local, onde sempre fui muito bem recebida e encontrava pessoas que simpatizavam com as idéias que defendo publicamente.”…”defendí meu amigo, como defenderia qualquer pessoa num momento como aquele.”complementa Liz Marins.
Infelizmente tamanha atrocidade foi cometida ao final do festejo do aniversário da cineasta, atriz e escritora quando seus convidados e amigos já haviam ido embora.Liz não sente-se a vontade e nem cultiva a fama de “baladeira” - saindo pouco para eventos e baladas assim devido a suas múltiplas ocupações profissionais.



Nós do Rede VAMP conhecemos a presença de espírito e a força pessoal de Liz Marins e temos certeza que logo ela estará recuperada e na ativa novamente.




Recentemente ela organizou mais uma edição do Dia dos VampiroS com o Cortejo dos VampiroS, participou de diversos programas de tv defendendo as causas e bandeiras do dia - e esteve presente na matéria do programa Mulheres exibido na última terça-feira.
SOBRE A CASA: A “Lôca” era uma respeitada e tradicional casa que recebe uma grande variedade de públicos desde apreciadores da música alternativa, do poprock e da cena GLBT paulistana - ao longo desta década.Até esta data, a casa cultivava uma imagem de segurança e de tolerância, de incentivo as artes e sempre teve intenso engajamento cultura.
No entanto, a partir do instante em que mantêm em seu quadro de funcionários, agressores e criminosos que covardemente e em grupo cometem um ato de violência desta envergadura contra alguém - a imagem da casa, do ambiente e dos seus produtores, ficou sevéramente abalada frente a todo público.E indignação é muito pouco para descrever o que é sentido neste momento…



O ato de violência de funcionários da casa contra o escritor Kizzy Ysattis e com a cineasta Liz Marins - não deve passar impune perante a sociedade e nem perante qualquer pessoa que tenha um mínimo de bom senso e de sensibilidade.


Se ontém duas pessoas engajadas com a produção cultural foram agredidas covardemente por integrantes da equipe da casa - os próximos a serem agredidos podem ser outros frequentadores.


A INDIGNAÇÃO TOMA CONTA DA CENA: Desde o amanhecer desta sexta feira quatro de setembro os diversos apreciadores dos trabalhos de Liz Vamp e de Kizzy vem utilizando os meios digitais como Orkut, Twitter, Blogs, Messengers e tantos outros - como importante ferramenta de denúncia e conscientização para a bárbarie ocorrida para com os dois amigos e renomados produtores culturais.Escritores, leitores, integrantes da Subcultura Vampyrica, produtores culturais e muitos outros estão bastante ativos e não deixarão tamanha violência ser esquecida ou ficar impúne.Até o presente momento, o clube “Lôca” permanece esquivo e ausente de depoimentos sobre o ocorrido.

Poderosa - Sérgio Klein

Olá amigos^^
A dica de hoje é da amiga Saphira, sobre a série Poderosa de Sérgio Klein.
Sergio Klein é um autor de contos e poemas premiados no Brasil e no exterior. O Primeiro livro da Serie Poderosa teve os direitos vendidos para o cinema e foi lançado na espanha e no Mexico. Abaixo as sinopses dos livros. ^^

Poderosa 01
O pai e a mãe estão se separando, o irmão caçula é o garoto mais implicante do planeta e a avó passa os dias na cama, descascando a parede com as unhas, sem saber o que acontece ao redor. É este o habitat de Joana Dalva, que aos 13 anos sonha em ser escritora. Tudo o que ela desejava era criar histórias que distraíssem os futuros leitores, mas um dia faz uma redação sobre a quase xará Joana d Arc e provoca uma reviravolta na História.

Se uma simples redação podia mudar o passado, por que não usar a literatura para consertar o presente? Joana Dalva não hesita em converter a ficção em realidade. O problema é que cada texto produz conseqüências imprevistas, dando origem a outros textos que trazem novos problemas. E o jogo de gato e rato acaba escapando do controle.

Para participar desse jogo, não é preciso ter a idade de Joana Dalva nem sentir na pele os conflitos e as espinhas da adolescência. Este romance de Sérgio Klein destina-se a todos os que ainda acreditam no poder transformador das palavras.



Poderosa 02

Tudo o que ela escreve com a mão esquerda se transforma em realidade. Dar vida às palavras torna Joana Dalva uma pessoa especial...
Mas como usar esse poder para superar a saudade da avó? Ou ajudar uma amiga a se livrar da anorexia? Ou escapar de um seqüestro e enfrentar a violência sem perder a cabeça? Esses são alguns desafios que a garota que tem o mundo não mão registra em seu diário de bordo.
Em plena travessia da adolescência, ela encontra um país cheio de delicias e perigos, apaixona-se perdidamente pela terra í vista e acaba descobrindo o Brasil.
Sucesso de público e crítica, o primeiro livro da série foi finalista do Prêmio Jabuti/2006. Em Poderosa 2, Sérgio Klein navega ainda mais longe pelos sete mares da adolescência, mas passageiros de todas as idades vão querer embarcar nessa aventura...


Poderosa 3

Apenas parentes e pessoas mais próximas sabem que Joana Dalva transforma em realidade tudo o que escreve com a mão esquerda. Esse segredo, porém, acaba escapando entre os dedos. Enquanto luta para se livrar das ameaças de uma dondoca terrorista, a garota ajuda uma colega de sala a domar o pai autoritário, ensina à avó a linguagem da internet e tenta sobreviver às implicâncias do irmão caçula. Diante de tantos desafios, Joana Dalva corre o risco de perder o poder... Mas nem assim ela perde a graça!



Poderosa 4

No quarto episódio da série, Joana Dalva ficará conhecendo um artista de rua ameaçado por uma gangue, um ex-domador que não vê a hora de voltar ao circo, uma faxineira supersticiosa que teve o filho sequestrado. Para ajudar essa turma, a garota terá de conviver com amigos imaginários e inimigos reais, suportar o ciúme e a TPM, enfrentar répteis e felinos e sair à procura de um cadáver suspeito.Será que alguém é capaz de fazer tudo isso sozinho? Para dar conta do recado, talvez Joana Dalva seja obrigada a se desdobrar. Literalmente.

Filme: Cirque Du Freak - O Assistente de Vampiro

Olá amigos, mais uma dica de filme que promete ser bem legal!
Abaixo transcrevo a matéria do cinepop feita por Renato Marafon e Elmer Dantas.


'Cirque Du Freak - O Assistente de Vampiro' (The Vampire’s Assistant) ganhou um novo clipe, que mostra uma cena de luta.
O horror com toques de fantasia chega ao Brasil em 12 de Fevereiro de 2010.
John C. Reilly é um vampiro que convoca uma adolescente para ser sua assistente. A assistente contratada é transformada numa quase vampira, que vai viver no circo de aberrações.
'Cirque Du Freak - O Assistente de Vampiro' é dirigido por Paul Weitz, responsável por 'American Pie', e é baseado nos livros infantis de Darren Shan.

Abaixo um trechinho do filme: